terça-feira, 25 de maio de 2010

Tensão entre a indefinição e o nada como domínio.

Como um raio virá o amanhã e o depois de amanhã. Como uma luz ascenderá e iluminará o pórtico, do agora. Eis a inscrição: sob o hoje determinar-se-á todas as formas do futuro. O critério deveria ser a exuberância e não a conservação e a permanência de uma forma e de um sentido. Agora, caberá ao presente determinar o futuro. Escapará algo a esta determinação? A manipulação estende-se sobre todas as formas de vida possíveis e assenhora-se do mundo. O artificial far-se-á como não-mais um sonho, mais a divisa, a partir da qual, a totalidade dos seres será subjugada. Pena saber que o critério será conservação e a permanência de um determinado tipo, que no receio dos inimigos, que fariam a espécie ultrapassar a si mesma, como invenção permanente, reduzirá a Terra ao controle total. Caso ocorra agora o possível... A divisa não deveria ser o medo, transposto como a manutenção de condições que tornariam o hiato entre nadas - nós humanos - como o critério decisivo do futuro.Não é de agora que a permanência e o medo são os signatários do destino.

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